
De 10 a 13/02 em Guaramiranga e nos dias 15 e 16/02 em Fortaleza
Do jazz ao blues, passando pelo choro, o forró, a valsa, o mambo... Música do Brasil e universal. Ritmos diversos, arranjos autorais ou ricos improvisos que transformam tudo em um grande encontro da música nos palcos do Festival Jazz & Blues.
Para os dias de Festival na serra, a Cidade Jazz & Blues será erguida na rua principal de Guaramiranga, a cerca de 600 metros da praça central. O local abrigará os Shows ao Pôr do Sol, os espetáculos das 21h, as tradicionais Jam Sessions, além dos Ensaios Abertos à tarde e as atividades musicais pela manhã, destinadas às crianças.
programação em GuaramirangaEm Fortaleza três espaços vão receber a programação. No Cineteatro São Luiz acontecerão shows nos dias 15 e 16, quinta e sexta, às 19 horas. No Centro Cultural BNB haverá oficina de gaita na quinta-feira às 17h e show às 18h30 e, para fechar esta edição, o Theatro José de Alencar será palco da Festa de Encerramento na sexta-feira às 20h30, com direito a dois grandes shows.
programação em FORTALEZA
A venda de ingressos para os shows do 18° Festival Jazz & Blues, em Guaramiranga, começa no dia 18/janeiro/2018 na Bilheteria Virtual e Mercadinhos São Luiz (Cambeba e Cocó).
Saber maisA cidade de Guaramiranga está localizada em uma Área de Proteção Ambiental. O Festival Jazz & Blues traz ações que promovem a boa convivência com a natureza. Começamos com a Blitz Ecológica que busca sensibilizar os visitantes para a importância da preservação ambiental. Distribuimos mudas de plantas, orientamos para o descarte correto do lixo e convidamos todos para a programação feita em parceria com a Secretária do Meio Ambiente do Estado. São palestras, filmes, oficinas e trilhas que buscam nos aproximar da natureza e reforçar o respeito ao meio ambiente.
conheça a programaçãoUm verdadeiro mestre da cultura musical do Ceará e do Brasil, José Felipe da Silva, o Macaúba, ganha uma homenagem em reconhecimento à sua história de virtuosismo no bandolim e à sua inestimável contribuição a várias gerações. São 65 anos de dedicação ao instrumento, que aprendeu a tocar sozinho ainda criança e hoje transcende a própria música, sendo reconhecido como um verdadeiro personagem da Fortaleza do passado e do presente, das coisas e dos costumes da vida boêmia e da grande arte do choro.
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